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Entendendo que o jogador, através de seus advogados, não apresentou elementos suficientes que comprovem seus falsos argumentos em seu pedido de liminar, o juiz Roberto Vieira de Almeida Rezende não concedeu liminar ao atleta e agendou para o dia 15 de maio a primeira audiência para a apresentação dos devidos documentos.
Vale salientar que boa parte destes quase dois anos de clube, Dênis conviveu com várias contusões que o asfataram por longos períodos dos gramados. Em outubro de 2006, sofreu a primeira grave contusão no joelho esquerdo, ficando cinco meses sem jogar. Entre 2007 e 2008, nova contusão, desta vez no joelho direito, permanecendo nove meses no Departamento Médico. Somados os dois períodos de recuperação das contusões, dos vinte e quatro meses de contrato vigente, Dênis ficou quatorze meses afastado dos gramados, sem considerar contusões menores de rápido afastamento. Em nenhum destes casos, o Santos FC optou por encaminhar o atleta ao INSS, como se faz nestes casos, como rege à lei. Pelo contrário, fez questão de dar todo o atendimento ao atleta, através de seus profissionais médicos e do Centro de Excelência em Prevenção e Recuperação de Atletas de Futebol (CEPRAF), assim como cumpriu com todas as suas obrigações previstas nos contratos de trabalho e de cessão do uso de imagem com o jogador, pagando todas as suas remunerações, dando assim todas as condições para que ele trabalhasse tranquilamente para readquirir suas melhores condições físicas e atléticas.
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A 3ª Vara da Justiça
do Trabalho de Santos indeferiu pedido de liminar do lateral-direto
Dênis (foto), que solicitava a imediata
anulação de seu vínculo desportivo com o
Santos Futebol Clube. Dênis Oliveira de Souza foi contratado
pelo Santos Futebol Clube em maio de 2006 junto ao Ipatinga (MG),
assinando seu primeiro contrato pelo período de dois anos.
Recentemente, firmou um novo vínculo com o clube, já
acordado legalmente, que se encerra em 2011.
É importante frisar que o Santos FC
não se utiliza de subterfúgios para fazer seus
atletas assinarem seus compromissos com o clube se os mesmos
não demonstrarem interesse em defender o Alvinegro Praiano e
estarem de acordo com os valores pactuados. A diretoria do Santos
FC repudia veementemente procuradores e empresários que
orientam de forma equivocada seus atletas, levando-os a entrarem em
litígio com o clube descumprindo cláusulas e
compromissos contratuais sem nenhum motivo legal aparente. O
Departamento Jurídico, através do advogado
trabalhista Marcus Vinícius Lourenço Gomes
(foto), está acompanhando o caso e já estuda
mover uma denúncia à FIFA, pedindo que a entidade
adote as providências necessárias, a fim de proibir a
participação destes profissionais no meio esportivo,
que não trabalhem com ética, dignidade e moral, pela
verdade dos fatos, na orientação aos seus atletas. O
presidente Marcelo Teixeira deve levar esta denúncia
pessoalmente à FIFA, no próximo encontro da
Comissão Organizadora do Mundial de Clubes, que deve ocorrer
em maio.